A Chama da Ascensão

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Sábado, 02 / 05 / 20

A Liberdade.

A Liberdade.

Por Talita Rebello.

26 de abril de 2020. 

 
 
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Hoje, ouvindo Mirabai Ceiba, fiquei com uma frase ecoando na cabeça: “the ocean refuses no river... the open heart refuses no part of me, no part of you... 
 
Por motivos que não nos recordamos, desejamos evoluir em um universo de terceira dimensão (em que todos parecemos desconectados uns dos outros) e dotado de livre arbítrio. 
 
Mas, apesar de tudo aqui se mostrar polarizado (dual), todas as experiências são permitidas. 
 
O que enxergamos como certo e errado são asas do mesmo pássaro, ou seja, ambos os polos fazem parte de uma única energia. 
 
Então, por força da nossa consciência limitada, seguimos a vida perseguindo um modelo ideal de comportamento (que nos é passado geneticamente, durante a formação da personalidade e de acordo com a sociedade em que vivemos), ao mesmo tempo em que julgamos e condenamos comportamentos que nos parecem inadequados. 
 
Mas, se o Criador deseja se experimentar através da evolução da criação em um universo de livre arbítrio, talvez o ideal não seja seguir cegamente padrões. Talvez o fluxo seja o enfrentamento consciente dos padrões, de forma a promover pequenas libertações em cada núcleo, viabilizando, assim, novas experiências e possibilidades. 
 
Imaginamo-nos livres por podermos viajar o mundo todo, por podermos nos distanciar da família, por não estarmos “presos” em relacionamentos, por podermos fazer o que bem entendermos. Só que fazemos tudo isso carregando nas costas todo o peso que imaginávamos ter deixado para trás. 
 
É com essa bagagem que construímos e reconstruímos a nossa vida e os nossos relacionamentos. É buscando o olhar de aprovação dos pais (projetados em qualquer pessoa que estiver ao nosso lado), é buscando a correção das experiências malsucedidas através da sua reexperimentação (passando de novo e de novo pela dor). 
 
Como, então, seríamos livres para, de fato, criar as experiências de alegria, de harmonia, de paz e de segurança que tanto desejamos?  
 
Penso que apenas quando nos libertamos do passado, quando assimilamos as experiências como adultos, quando deixamos de ser grandes crianças provocando outras crianças grandes. 
 
Muito além da liberdade física e da liberdade mental, a liberdade emocional é a porta para o fluxo da vida. Por ela passam os corajosos e os ousados, as ovelhas negras de Bert HellingerPassam todos os que estão prontos para libertar os seus agressores, todos os que não desejam mais procurar culpados, mas, sim, tornarem-se responsáveis por cada colheita futura. 
 
Muitas das nossas dores decorrem do fato de não termos nascido para reproduzir todas as feridas da nossa família nas nossas vidas - apesar de insistirmos a fazê-lo. Nascemos com o potencial para libertar o nosso núcleo dos padrões, nascemos para fazer cessar a cegueira, nascemos para mostrar que existe vida e felicidade fora do modelo que perseguem e exigem. 
 
Bem-aventurados os puros de coração, que não deixam enfraquecer o pulsar divino dentro de si, que, através da disciplina na libertação da sua própria vida, afrouxam os vínculos criados e mantidos pela dor, dando espaço ao fluxo da luz (informação e consciência) e do amor (crescimento e criação). 
 
Eu Sou o impulso inicial. 
 
Eu Sou a potência amorosa que transforma a si mesma. 
 
Eu Sou o fluxo da vida que jorra incessantemente no meu núcleo. 
 
 
Talita Rebello


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publicado por achama às 20:06
Domingo, 09 / 06 / 19

Para o amor extravasar ~ Talita Rebello.



Para o amor extravasar.

Por Talita Rebello.

7 de junho de 2019

 
 
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Esses dias, em uma palestra, ouvi pela décima vez a metáfora dos pedreiros. Vou conta-la para vocês:
 
Uma vez um viajante, percorrendo uma estrada, deparou-se com uma obra em início de construção. Três pedreiros, com suas ferramentas, trabalhavam na fundação do que parecia ser um importante projeto. O viajante aproximou-se curioso.
Perguntou ao primeiro deles o que estava fazendo. Estou quebrando pedras, não vê? Respondeu o pedreiro. Expressava no semblante um misto de dor e sofrimento. Eu estou morrendo de trabalhar, isto aqui é um meio de morte, as minhas costas doem, minhas mãos estão esfoladas eu não suporto mais este trabalho, concluiu.
Mal satisfeito, o viajante dirigiu-se ao segundo pedreiro e repetiu a pergunta.
Estou ganhando a vida, respondeu. Não posso reclamar, pois foi o emprego que consegui. Estou conformado porque levo o pão de cada dia para minha família.
O viajante queria saber o que seria aquela construção. Perguntou então ao terceiro pedreiro: O que está você fazendo?
Este respondeu: Estou construindo uma Catedral!
 
Todos estavam fazendo a mesma coisa, apenas tinham em mente propósitos diferentes.
 
Para melhor ilustrar, o palestrante seguiu citando uma pesquisa feita em uma universidade americana. Nessa pesquisa, pessoas foram selecionadas para fazer ligações, a fim de convencer pessoas a fazerem doações em dinheiro para financiamento estudantil.
 
O primeiro grupo se reuniu e, imediatamente iniciou as ligações.
 
O segundo grupo se reuniu, mas, antes de iniciar as ligações, ouviu histórias de como esse trabalho seria engrandecedor para elas mesmas, pois ajudaria a desenvolver a sua oratória e a sua capacidade de convencimento.
 
O terceiro grupo, por sua vez, antes de iniciar as ligações, ouviu histórias de pessoas cujas vidas foram transformadas pelo financiamento estudantil, que deixaram a miséria e desenvolveram plenamente as suas habilidades.
 
Novamente, os três grupos faziam a mesma coisa: pediam doações.
 
O primeiro apenas fazia ligações. O segundo, além de fazer ligações, estava focado no que se reverteria em seu próprio benefício. Mas o propósito do terceiro transcendia a isso tudo, transcendia o próprio ser.
 
O resultado foi que o primeiro e o segundo grupo arrecadaram praticamente a mesma quantia. Já o terceiro grupo arrecadou o dobro em doações.
 
Sabe, diz-se que o propósito das sementes estelares é muito maior que elas mesmas. Eu arrisco dizer que o propósito de todo ser humano transcende a ele mesmo.
 
Cada movimento de observação e cura reverbera no infinito.
 
Podemos, todos, olhar para a nossa dor e sentir pena de nós mesmos. Podemos, por outro lado, olhar para a nossa dor e enxergar uma chance de sermos livres dessas algemas. Mas também podemos olhar para ela e identificar uma oportunidade imperdível para libertar todo um grupo familiar, quiçá reescrever a grade planetária, levando um pouquinho de amor e consciência para todos os que atravessam a mesma situação, içando-os um degrau acima.
 
Talvez por isso quem tem mais consciência, tem mais responsabilidades: tudo o que trazemos à consciência é potencializado.
 
Não podemos perder nenhuma oportunidade de servir, seja ela na dor ou no amor.
 
Lembrei-me que, certa vez, em uma conversa com uma amiga querida, em suposta defesa dos que ainda não despertaram, eu falei: precisamos entender que não é fácil despertar, existem tantos emaranhamentos, tantas dores passadas de geração em geração, escravidão financeira, uma mídia que nos aliena.
 
Ela, então, me olhou bem séria e disse: você não despertou? Qual o tamanho da sua arrogância para duvidar da capacidade de transformação dos demais? Não sinta pena, nem justifique. Apenas mantenha a lucidez e esteja presente para quem procurar pela sua ajuda.
 
Assim segui, esperando o melhor de todos os que cruzaram o meu caminho e aprendendo a honrar as escolhas individuais, por mais incompreensíveis que fossem.
 
Com Mãe Maria aprendi que agressor e agredido se encontram no meio do caminho e que o limite da dor foi programado por nós mesmos. Assim, aprendi a confiar no processo de cada ser que passou pela minha vida.
 
Começamos com o foco no sofrimento.
 
Depois, passamos ao reconhecimento do amor próprio, o fortalecimento do centro do ser, a busca pelos benefícios individuais que podem ser extraídos de todos os tipos de práticas. Amar ao próximo como a si mesmo certamente passa por aqui.
 
Até que tudo começa a extravasar grandemente de nós. Chega um momento em que as células não comportam mais tanto amor e autocuidado. Eles passam a irradiar de nós por meio de palavras, de gestos e de intenções. Então transcendemos o humano. Ou será que é nesse momento que nos tornamos verdadeiramente humanos?
 
Seja qual for a resposta, é exatamente nesse momento em que crescemos em força e em coragem.  É exatamente nesse momento que nos sentimos capazes de produzir algo maior que nós mesmos... algo que, sem saber, já vínhamos produzindo.
 
Desde o princípio estávamos todos construindo catedrais.
 
A diferença é que agora sabemos disso.
 



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publicado por achama às 22:08
Sexta-feira, 23 / 09 / 16

Florescendo no meu altar! ~ Talita Rebello

Florescendo no meu altar! 

Por Talita Rebello

22 de setembro de 2016

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 


Essa é a minha 35ª primavera – não é a primeira vez que eu floresço. Aliás, acho que em poucas épocas desses 35 anos eu deixei de florescer.


Mas confesso que floresci poucas vezes para mim mesma – isso eu demorei aprender.


Sempre fui expert em colecionar afetos, em fazer rir, em entreter. Por outro lado, falhei muito na relação comigo mesma. 


Por muitos solstícios e equinócios eu busquei fora o que estava dentro. Sentia-me constantemente, no lugar errado, na hora errada.


Procurei a completude nos relacionamentos, procurei a felicidade nos amigos, procurei segurança no trabalho.


Eu vivia em posição de reivindicação, por vezes verdadeira mendicância.


Um dia, então, eu identifiquei o mecanismo pelo qual eu garantia a continuidade dos meus relacionamentos: permissividade excessiva, complacência.


Eu aceitava tudo, permitia tudo, engolia tudo. 


Isso tornava muito vantajoso estar comigo, pois não havia falha que não pudesse ser relevada.


Mas e eu? Como será que eu me sentia forjando relacionamentos?


A verdade é que não havia relacionamentos, até eu conhecer a pessoa mais importante da minha vida: a Talita.


Ela desejava ser vista. Como desejava!


Ela fervilhava dentro de mim e eu pensava: meu Deus, se eu der ouvidos a ela, a minha vida vai ao chão.


E foi. E o chão era delicioso com ela.


Pouco a pouco tudo deixou de existir: todos os conceitos, todas as certezas, todas as convenções sociais.


Então eu passei a conhecer os relacionamentos, em um campo em que não há obrigações ou garantias.


Então eu passei a conhecer as pessoas e o que elas apresentavam para mim a cada dia – e, garanto, as pessoas mudam! Relacionar-se com rótulos ou pré-concepções é assistir mil vezes o mesmo filme, ou, quem sabe, nem assistir, mas apenas ler a crítica.


Então eu passei a ser grata pelo amor que eu recebia a cada dia, sem me preocupar se amanhã retornaria.


Então eu aprendi a ouvir o que as pessoas falavam, sem tentar interpretar e adequar aos meus medos, traumas ou vontades. Sim é sim. Não é não.


Desde então, inclusive no inverno, eu sou uma casa cheia de flores.


Ainda que você não veja flores em mim.


Ainda que não sinta o meu perfume.


Ainda que não conheça o meu jardim.


Floresço.


Floresço para ela e ela para mim.


Embelezo o meu templo com amor próprio, com confiança, com segurança, com leveza, com paz, com espontaneidade.


Olhe-se e encontre a sua criança.


Ela já cansou de brincar de esconde-esconde

 

 

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publicado por achama às 23:36
A Luz está a revelar a Verdade, e esta libertar-nos-á! -Só é real o AMOR Incondicional. -Quando o Amor superar o amor pelo poder, o mundo conhecerá a Paz; Jimi Hendrix. -Somos almas a ter uma experiência humana!

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