A Chama da Ascensão

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Domingo, 25 / 10 / 15

Engenheiro do IRÃ desenvolveu reator de plasma. ~ Hank Mills

Engenheiro do IRÃ desenvolveu reator de plasma. 

Por Hank Mills 

da Pure Energy Systems News

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Engenheiro do IRÃ declarou ter desenvolvido reator de PLASMA gerador de pulso eletromagnético e campo gravitacional, semelhante ao sistema utilizado em espaçonaves alienígenas.

Também publicado em: http://truth11.com
 
 
 
 
O Engenheiro nuclear iraniano, Mehran Tavakoli Keshe, que entrevistamos ecobrimos aqui em nossas notícias por um par de anos, em uma declaração surpreendente afirmou ser criador da tecnologia de controle da gravidade a ser utilizada no artefato de vôo iraniano (uma espaçonave do tipo disco voador) – algo que ele já havia divulgado para nós no passado, antes do anúncio oficial da agência iraniana. Mehran Keshe é o diretor da Fundação Keshe
 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
 
Engenheiro do IRÃ declarou ter desenvolvido reator de PLASMA gerador de pulso eletromagnético e campo gravitacional, semelhante ao sistema utilizado em espaçonaves alienígenas.
 
Fonte: http://pesn.com/ – Também publicado em: http://truth11.com
 
Por Hank Mills da Pure Energy Systems News
 
O Engenheiro Nuclear, Mehran Tavakoli Keshe, se apresentou como sendo o desenvolvedor da tecnologia de reator de plasma que estaria sendo usada em um “disco voador” desenvolvido pelo IRÃ. Sua tecnologia reivindica aproveitar as leis do eletromagnetismo e da gravidade para permitir viagens ao longo do sistema solar e além. 
 
Quadricóptero
 
Ele afirma ter desenvolvido um reator especial de plasma que permite a manipulação de campos gravitacionais e eletromagnéticos para produzir movimento. Pedidos de múltiplas patentes foram depositadas para este reator, e os muitos detalhes dele são explicados no site da sua Fundação Keshe.
 
À esquerda imagem mostrada de Quadricóptero iraniano com comunicado de imprensa. O disco voador teve sua imagem mostrada na imprensa mais tarde.
 
Em 16 de março de 2011, a agência de notícias linha-dura iraniana Fars divulgou um comunicado à imprensaafirmando que o IRÃ desenvolveu um disco voador. O disco não tripulado chamado de “Zohal” (Saturno em língua Persa) é para ser equipado com um sistema de piloto automático, GPS, e um sistema de gravação de imagem.
 
Alega-se que a aeronave pode voar em espaços abertos e fechados (indoor) Inicialmente, o comunicado de imprensa inclui um estoque de fotos de um disco voador que era, obviamente, de um antigo filme de ficção. Esta imagem foi mais tarde substituída por uma do que parece ser um quadricóptero comum.
 
Um reator de plasma cilíndrico feito com tecnologia Keshe.
 
Tal imagem tenderia a indicar que não há nada muito exótico sobre o artefato voador. No entanto agora, o Engenheiro nuclear iraniano, Mehran Tavakoli Keshe, que temos entrevistado e coberto aqui em nossas notícias por um par de anos, veio à público e afirmou ser o criador da manipulação de tecnologia da gravidade a ser utilizada no artefato de vôo iraniano – algo que ele já havia divulgado para nós no passado, antes do anúncio oficial da agência iraniana. Mehran Keshe é o diretor da Fundação Keshe.
 
Ele afirma ter desenvolvido um reator especial de plasma que permite a manipulação de campos gravitacionais e eletromagnéticos para produzir movimento. Pedidos de múltiplas patentes foram depositadas para este reator, e os detalhes dele são explicados em muitos sites da sua Fundação Keshe. Importante, em uma recente entrevista com William Alec, da Vortex Network News , Keshe afirma especificamente que sua tecnologia foi incorporada no novo disco voador iraniano.
 
Ele também afirma ter dado a tecnologia para o governo iraniano desde há muitos anos em que está trabalhando ativamente com ela. Isto contradiz a ideia de que o disco é uma espécie de helicóptero multi-turbina.
 
Propulsão poderosa e acessível
 
Esta tecnologia parece boa demais para ser verdade. Alega-se que ela permitiria a criação tanto de um campo gravitacional e eletromagnético produzido em torno da aeronave que o utilizasse como sistema de propulsão. Os geradores capazes de criar campos gravitacionais e eletromagnéticos são usados para propulsão. Eles trabalham a favor ou contra (atração e retração) com os campos de outros corpos no espaço, tais como planetas, estrelas, ou até mesmo galáxias. Um dispositivo que pese entre 7-10 quilos é reivindicada a capacidade de geração de capacidade de muitas toneladas de poder de levitação da aeronave em que estiver instalada.
 
A força de elevação e empuxo é criada sem a necessidade de qualquer queima de combustível (motor a explosão por fissão como nos foguetes convencionais) de modo convencional. Estes dispositivos são muito baratos de se construir. Um pequeno reator tem custo de produção em torno de mil dólares em componentes. Os benefícios desta nova tecnologia são muito surpreendentes e resolveria muitos dos problemas e desafios encontrados em viagens espaciais (e na geração de energia). Para ser franco, parece reunir todas as melhores tecnologias da nave estelar ficcional Enterprise da série televisiva Star Trek.
 
Por exemplo, o campo eletromagnético produzido pelo reator especial de plasma protegeria os ocupantes da radiação cósmica, pois envolveria toda a espaçonave. Aparentemente, esse campo seria tão intenso que pequenas partículas de poeira que normalmente destruiriam uma nave espacial, são simplesmente desagregadas em nível atômico. Devido ao fato de o reator produzir seu próprio campo gravitacional, os ocupantes poderiam andar normalmente e experimentariam o mesmo nível de gravidade do que na Terra no interior da espaçonave.
 
PROJECT CAMELOT – KESHE AMEAÇADO DE MORTE – ENERGIA LIVRE
 
 
 
Isso evitaria a degradação óssea e muscular enfrentada quando ficamos (os corpos dos astronautas) expostos a longos períodos de gravidade zero. Além disso, os ocupantes não sentiriam os efeitos inerciais da aceleração e desaceleração súbita (exatamente como é testemunhado por pessoas que viram UFOs se deslocando nos céus da Terra). Se essa tecnologia realmente tiver sido desenvolvida poderia, de repente provocar um enorme salto para a frente na evolução da humanidade, se iniciaria uma nova era de exploração espacial do tipo visto na série Star Trek.
 
Esta tecnologia oferece não só a capacidade de se deslocar mais rápido do que viajar à velocidade da luz, mas proporcionaria viagens espaciais quase instantâneas. Teoricamente, uma nave poderia viajar para o sistema estelar mais próximo (estrela/sol Alpha Centauro, há 4,2 anos-luz de distância) em segundos! É claro que esta tecnologia também oferece benefícios no deslocamento dentro de uma atmosfera planetária. Uma embarcação utilizando esta tecnologia não iria entrar em contato (não haveria qualquer tipo de atrito) físico com a atmosfera planetária devido ao poderoso campo magnético ao redor da nave. Isso eliminaria o efeito de arrasto e evitaria os estrondos sônicos. Também se afirma que aeronaves com esse sistema de propulsão seria capaz de viajar debaixo d’água sem enfrentar qualquer resistência do meio líquido! ( fato que já foi testemunhado com UFOs sendo vistos se deslocando embaixo d’água, em diferentes pontos do planeta, em altas velocidades, entrando e saindo da água sem desaceleração). 
 
Tecnologia Mudaria a Teoria da Gravidade
 
A teoria por trás do reator especial de plasma e como ela produz essas forças gravitacional e eletromagnética é potencialmente revolucionária. O Dr. Mehran Keshe afirma que toda a matéria existente (incluindo prótons e elétrons) são compostos de anti-matéria, matéria escura e matéria normal. A gravidade é produzida pelo campo magnético desses vários tipos de matéria interagindo uns com os outros. Ao transformar a matéria em um quentíssimo plasma desses componentes diferentes podem ser desmembrados um do outro. Ao serem produzidos dessa forma, se pode permitir a criação de poderosos campos magnéticos e gravitacionais. Além disso, o mesmo processo pode ser usado para produzir uma fonte ilimitada de energia. Isto pode ser feito simplesmente adicionando bobinas especiais perto do plasma girando em altíssima temperatura e velocidade.
 
 
Seria muito fácil para os céticos não aceitar esta tecnologia como real, e apenas sendo mera fantasia, exceto pelo fato de que muitas reivindicações científicas específicas foram feitas. Aparentemente, o trabalho sobre o aspecto da tecnologia para propulsão de aeronaves está completo. Eles têm pequenas unidades (menos de 10 kg) que podem produzir efeito antigravitacional em veículos com toneladas de força de elevação. O primeiro protótipo produzido tinha tanta força de elevação que O Dr. Keshe teve que pular em cima dele para impedi-lo de voar muito alto para cima!
 
Esta nova tecnologia tem sido compartilhada com vários países além do IRÃ, incluindo EUA e a Rússia. A NASA e outras agências espaciais receberam todas as informações sobre essa nova tecnologia. Alega-se que a tecnologia agora estaria sendo ampliado, mas Keshe afirma que ele não pode falar sobre os detalhes. O objetivo da Fundação Keshe é abrir uma universidade em que estudantes de países de todo o mundo iriam passar seis anos aprendendo sobre ela, a construção de sistemas, sua utilização e voltar para seu país de origem para ensinar a outros cientistas. O desejo é de se certificar que todas as nações do planeta tenham acesso à essa nova tecnologia. Em 2015 a fundação também planeja ter uma espaçonave em tamanho real que permita que turistas da Terra possam visitar a lua.
 
Restam apenas três opções aqui. Ou o Dr. Keshe produziu uma tecnologia com avanço que tem o potencial de mudar o nosso mundo, ele é um mentiroso absoluto ou então ele está delirando. Não existe mais nada entre essas três possibilidades. Assuas alegações são verdadeiras ou não são. Toneladas de capacidade de elevação obtida de um dispositivo com dez quilos apenas não pode ser um erro de medição.
 
 
 
Assista o vídeo de 6 minutos em que a tecnologia é explicada. Para acionar as legendas clique no segundo balão (da esquerda para à direita-legendas ocultas) e escolha Português.
 
Além da tecnologia Star Trek
 
Agora por favor, deixem-me ser claro sobre a minha posição sobre a realidade desta tecnologia. Eu sinceramente espero que ele esteja dizendo a verdade. Além disso, eu não tenho nenhuma razão para acreditar que ele esteja mentindo. Mas a extensão simples deste avanço potencial é quase insondável e inacreditável. Esta tecnologia poderia superar qualquer obstáculo às viagens espaciais interestelares além de fornecer uma fonte ilimitada de energia. Se ele está dizendo a verdade, a nossa civilização em breve poderá avançar para além do século 24 ….. Não há praticamente nada no mundo da ficção da série Star Trek que dispõe desta tecnologia que não seja possível produzir:
 
– Velocidade de Dobra (Warp Drive FTL)? VERIFIQUE!
 
– Warp Core? VERIFIQUE!
 
– Escudo defletor/protetor (Shields)? VERIFIQUE!
 
– Gravidade Artificial? VERIFIQUE!
 
– Anulação da força de inércia? VERIFIQUE!
 
– Matriz Defletora? VERIFIQUE!
 
Conecção com Disco iraniano
 
A questão crítica que eu vejo é fazer a verificação de que essa tecnologia está sendo usada no artefato voador iraniano. Precisamos de algum tipo de referência oficial, declaração ou documento ligando diretamente a tecnologia para com a aeronave. Eu enviei pessoalmente algumas perguntas via e-mail para o Dr. Keshe, com uma lista de perguntas sobre a sua conexão com o objeto voador. As perguntas que eu fiz foram as seguintes, juntamente com as respostas que ele próprio forneceu ( em vermelho ) em 07 de abril de 2011 12:46:
 
1) Eu acredito que eu ouvi você dizer em uma entrevista recente, há um vídeo de seu reator produzindo força de elevação, mas não foi tornado público. Quando você acha que poderia ser tornado público?
 
R: Esta é uma decisão do governo iraniano.
 
2) Existe alguma referência que você pode oferecer que iria ligar diretamente a sua tecnologia com a tecnologia usada no disco voador do Irã?
 
R: Temos publicado sobre isso por dois anos e acabo de regressar do IRÃ em janeiro para a visita de sete dias, o que tem sido documentado em meu fórum. E nós dissemos que o IRÃ irá mostrar a tecnologia espacial em seu próprio tempo, pergunte aos representantes do governo canadense que tomaram de mim (À força) todos os meus documentos em Toronto durante um vôo seqüestrando-os, eles dizem quem e onde eu estava desenvolvendo o projeto no IRÃ.http://www. keshefoundation.com / phpbb / viewtopic.php? f = 2 & t = 249
 
UFO e seu reator de fusão de plasma, fotografado em Cerro Gordo, EUA, em 2006
 
3) Você já viu pessoalmente o disco voador do Irã? Se sim, onde e em que circunstância?
 
R: Eu construí o sistema inicial de propulsão, o elevador e o testei para eles 2,5 anos atrás, no IRÃ. O país até então estava produzindo foguetes e nunca conversaram sobre o programa espacial. 
 
4) Você supervisionou a concepção, construção e testes do disco? Se não, quem o fez e como podemos entrar em contato com eles?
 
5) Você pode descrever as características físicas e o desempenho do disco voador do IRÃ? Por exemplo – Que elemento ele usa para produzir plasma? 
 
De elementos básicos
 
– Qual o seu tamanho?
 
– Quanto de força de elevação ele poderia produzir?
 
Isso não é relevante em sistemas de posicionamento Magravs 
 
– Qual é o limite de alcance?
 
Para qualquer destino, estes sistemas antigravitacionais não têm limitações como um sistema comum de propulsão (que consuma combustível).
 
– Qual a sua máxima velocidade?
 
Pode ser de milhares de vezes a velocidade do som na condição de vôo no espaço. 
 
– É facilmente escalável para um tamanho maior?
 
A escala/tamanho é dependente da sua força de campo. 
 
– Pode viajar para além da órbita da Terra ?
 
 
– Com o que se parece? 
 
Com um disco.
 
6) Você tem alguma foto do Disco Voador? Você estaria disposto a compartilhar tal imagem a ser apresentado na PESN?
 
7) Existe mais alguma informação adicional sobre o disco do IRÃ que você possa fornecer?
 
Assista a liberação do espaço aéreo iraniano. Eu reconheço como o primeiro pouso em exibição na Terra será em Jerusalém como já expliquei antes e se você entender a linguagem política (n.t. e o fanatismo religioso) do Oriente Médio… 
 
Por Hank Mills Pure Energy Systems News. Esta história também esta publicada em BeforeItsNews – Publicado originalmente em Março de 2014.
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e cite as fontes.
 
 
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Posted by Thoth3126 on 25/10/2015
 
 
 
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Todos os artigos são da responsabilidade do respetivos autores ou editores.
Nenhum credo religioso ou político é defendido aqui.
Individualmete pode-se ser ajudado a encontrar a própria Verdade que é diferente a cada um de nós.

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publicado por achama às 21:31
Domingo, 25 / 10 / 15

Engenheiro do IRÃ desenvolveu reator de plasma. ~ Hank Mills.

Engenheiro do IRÃ desenvolveu reator de plasma. 

Por Hank Mills 

da Pure Energy Systems News

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Engenheiro do IRÃ declarou ter desenvolvido reator de PLASMA gerador de pulso eletromagnético e campo gravitacional, semelhante ao sistema utilizado em espaçonaves alienígenas.

Também publicado em: http://truth11.com
 
 
 
 
O Engenheiro nuclear iraniano, Mehran Tavakoli Keshe, que entrevistamos ecobrimos aqui em nossas notícias por um par de anos, em uma declaração surpreendente afirmou ser criador da tecnologia de controle da gravidade a ser utilizada no artefato de vôo iraniano (uma espaçonave do tipo disco voador) – algo que ele já havia divulgado para nós no passado, antes do anúncio oficial da agência iraniana. Mehran Keshe é o diretor da Fundação Keshe
 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
 
Engenheiro do IRÃ declarou ter desenvolvido reator de PLASMA gerador de pulso eletromagnético e campo gravitacional, semelhante ao sistema utilizado em espaçonaves alienígenas.
 
Fonte: http://pesn.com/ – Também publicado em: http://truth11.com
 
Por Hank Mills da Pure Energy Systems News
 
O Engenheiro Nuclear, Mehran Tavakoli Keshe, se apresentou como sendo o desenvolvedor da tecnologia de reator de plasma que estaria sendo usada em um “disco voador” desenvolvido pelo IRÃ. Sua tecnologia reivindica aproveitar as leis do eletromagnetismo e da gravidade para permitir viagens ao longo do sistema solar e além. 
 
Quadricóptero
 
Ele afirma ter desenvolvido um reator especial de plasma que permite a manipulação de campos gravitacionais e eletromagnéticos para produzir movimento. Pedidos de múltiplas patentes foram depositadas para este reator, e os muitos detalhes dele são explicados no site da sua Fundação Keshe.
 
À esquerda imagem mostrada de Quadricóptero iraniano com comunicado de imprensa. O disco voador teve sua imagem mostrada na imprensa mais tarde.
 
Em 16 de março de 2011, a agência de notícias linha-dura iraniana Fars divulgou um comunicado à imprensaafirmando que o IRÃ desenvolveu um disco voador. O disco não tripulado chamado de “Zohal” (Saturno em língua Persa) é para ser equipado com um sistema de piloto automático, GPS, e um sistema de gravação de imagem.
 
Alega-se que a aeronave pode voar em espaços abertos e fechados (indoor) Inicialmente, o comunicado de imprensa inclui um estoque de fotos de um disco voador que era, obviamente, de um antigo filme de ficção. Esta imagem foi mais tarde substituída por uma do que parece ser um quadricóptero comum.
 
Um reator de plasma cilíndrico feito com tecnologia Keshe.
 
Tal imagem tenderia a indicar que não há nada muito exótico sobre o artefato voador. No entanto agora, o Engenheiro nuclear iraniano, Mehran Tavakoli Keshe, que temos entrevistado e coberto aqui em nossas notícias por um par de anos, veio à público e afirmou ser o criador da manipulação de tecnologia da gravidade a ser utilizada no artefato de vôo iraniano – algo que ele já havia divulgado para nós no passado, antes do anúncio oficial da agência iraniana. Mehran Keshe é o diretor da Fundação Keshe.
 
Ele afirma ter desenvolvido um reator especial de plasma que permite a manipulação de campos gravitacionais e eletromagnéticos para produzir movimento. Pedidos de múltiplas patentes foram depositadas para este reator, e os detalhes dele são explicados em muitos sites da sua Fundação Keshe. Importante, em uma recente entrevista com William Alec, da Vortex Network News , Keshe afirma especificamente que sua tecnologia foi incorporada no novo disco voador iraniano.
 
Ele também afirma ter dado a tecnologia para o governo iraniano desde há muitos anos em que está trabalhando ativamente com ela. Isto contradiz a ideia de que o disco é uma espécie de helicóptero multi-turbina.
 
Propulsão poderosa e acessível
 
Esta tecnologia parece boa demais para ser verdade. Alega-se que ela permitiria a criação tanto de um campo gravitacional e eletromagnético produzido em torno da aeronave que o utilizasse como sistema de propulsão. Os geradores capazes de criar campos gravitacionais e eletromagnéticos são usados para propulsão. Eles trabalham a favor ou contra (atração e retração) com os campos de outros corpos no espaço, tais como planetas, estrelas, ou até mesmo galáxias. Um dispositivo que pese entre 7-10 quilos é reivindicada a capacidade de geração de capacidade de muitas toneladas de poder de levitação da aeronave em que estiver instalada.
 
A força de elevação e empuxo é criada sem a necessidade de qualquer queima de combustível (motor a explosão por fissão como nos foguetes convencionais) de modo convencional. Estes dispositivos são muito baratos de se construir. Um pequeno reator tem custo de produção em torno de mil dólares em componentes. Os benefícios desta nova tecnologia são muito surpreendentes e resolveria muitos dos problemas e desafios encontrados em viagens espaciais (e na geração de energia). Para ser franco, parece reunir todas as melhores tecnologias da nave estelar ficcional Enterprise da série televisiva Star Trek.
 
Por exemplo, o campo eletromagnético produzido pelo reator especial de plasma protegeria os ocupantes da radiação cósmica, pois envolveria toda a espaçonave. Aparentemente, esse campo seria tão intenso que pequenas partículas de poeira que normalmente destruiriam uma nave espacial, são simplesmente desagregadas em nível atômico. Devido ao fato de o reator produzir seu próprio campo gravitacional, os ocupantes poderiam andar normalmente e experimentariam o mesmo nível de gravidade do que na Terra no interior da espaçonave.
 
PROJECT CAMELOT – KESHE AMEAÇADO DE MORTE – ENERGIA LIVRE
 
 
 
Isso evitaria a degradação óssea e muscular enfrentada quando ficamos (os corpos dos astronautas) expostos a longos períodos de gravidade zero. Além disso, os ocupantes não sentiriam os efeitos inerciais da aceleração e desaceleração súbita (exatamente como é testemunhado por pessoas que viram UFOs se deslocando nos céus da Terra). Se essa tecnologia realmente tiver sido desenvolvida poderia, de repente provocar um enorme salto para a frente na evolução da humanidade, se iniciaria uma nova era de exploração espacial do tipo visto na série Star Trek.
 
Esta tecnologia oferece não só a capacidade de se deslocar mais rápido do que viajar à velocidade da luz, mas proporcionaria viagens espaciais quase instantâneas. Teoricamente, uma nave poderia viajar para o sistema estelar mais próximo (estrela/sol Alpha Centauro, há 4,2 anos-luz de distância) em segundos! É claro que esta tecnologia também oferece benefícios no deslocamento dentro de uma atmosfera planetária. Uma embarcação utilizando esta tecnologia não iria entrar em contato (não haveria qualquer tipo de atrito) físico com a atmosfera planetária devido ao poderoso campo magnético ao redor da nave. Isso eliminaria o efeito de arrasto e evitaria os estrondos sônicos. Também se afirma que aeronaves com esse sistema de propulsão seria capaz de viajar debaixo d’água sem enfrentar qualquer resistência do meio líquido! ( fato que já foi testemunhado com UFOs sendo vistos se deslocando embaixo d’água, em diferentes pontos do planeta, em altas velocidades, entrando e saindo da água sem desaceleração). 
 
Tecnologia Mudaria a Teoria da Gravidade
 
A teoria por trás do reator especial de plasma e como ela produz essas forças gravitacional e eletromagnética é potencialmente revolucionária. O Dr. Mehran Keshe afirma que toda a matéria existente (incluindo prótons e elétrons) são compostos de anti-matéria, matéria escura e matéria normal. A gravidade é produzida pelo campo magnético desses vários tipos de matéria interagindo uns com os outros. Ao transformar a matéria em um quentíssimo plasma desses componentes diferentes podem ser desmembrados um do outro. Ao serem produzidos dessa forma, se pode permitir a criação de poderosos campos magnéticos e gravitacionais. Além disso, o mesmo processo pode ser usado para produzir uma fonte ilimitada de energia. Isto pode ser feito simplesmente adicionando bobinas especiais perto do plasma girando em altíssima temperatura e velocidade.
 
 
Seria muito fácil para os céticos não aceitar esta tecnologia como real, e apenas sendo mera fantasia, exceto pelo fato de que muitas reivindicações científicas específicas foram feitas. Aparentemente, o trabalho sobre o aspecto da tecnologia para propulsão de aeronaves está completo. Eles têm pequenas unidades (menos de 10 kg) que podem produzir efeito antigravitacional em veículos com toneladas de força de elevação. O primeiro protótipo produzido tinha tanta força de elevação que O Dr. Keshe teve que pular em cima dele para impedi-lo de voar muito alto para cima!
 
Esta nova tecnologia tem sido compartilhada com vários países além do IRÃ, incluindo EUA e a Rússia. A NASA e outras agências espaciais receberam todas as informações sobre essa nova tecnologia. Alega-se que a tecnologia agora estaria sendo ampliado, mas Keshe afirma que ele não pode falar sobre os detalhes. O objetivo da Fundação Keshe é abrir uma universidade em que estudantes de países de todo o mundo iriam passar seis anos aprendendo sobre ela, a construção de sistemas, sua utilização e voltar para seu país de origem para ensinar a outros cientistas. O desejo é de se certificar que todas as nações do planeta tenham acesso à essa nova tecnologia. Em 2015 a fundação também planeja ter uma espaçonave em tamanho real que permita que turistas da Terra possam visitar a lua.
 
Restam apenas três opções aqui. Ou o Dr. Keshe produziu uma tecnologia com avanço que tem o potencial de mudar o nosso mundo, ele é um mentiroso absoluto ou então ele está delirando. Não existe mais nada entre essas três possibilidades. Assuas alegações são verdadeiras ou não são. Toneladas de capacidade de elevação obtida de um dispositivo com dez quilos apenas não pode ser um erro de medição.
 
 
 
Assista o vídeo de 6 minutos em que a tecnologia é explicada. Para acionar as legendas clique no segundo balão (da esquerda para à direita-legendas ocultas) e escolha Português.
 
Além da tecnologia Star Trek
 
Agora por favor, deixem-me ser claro sobre a minha posição sobre a realidade desta tecnologia. Eu sinceramente espero que ele esteja dizendo a verdade. Além disso, eu não tenho nenhuma razão para acreditar que ele esteja mentindo. Mas a extensão simples deste avanço potencial é quase insondável e inacreditável. Esta tecnologia poderia superar qualquer obstáculo às viagens espaciais interestelares além de fornecer uma fonte ilimitada de energia. Se ele está dizendo a verdade, a nossa civilização em breve poderá avançar para além do século 24 ….. Não há praticamente nada no mundo da ficção da série Star Trek que dispõe desta tecnologia que não seja possível produzir:
 
– Velocidade de Dobra (Warp Drive FTL)? VERIFIQUE!
 
– Warp Core? VERIFIQUE!
 
– Escudo defletor/protetor (Shields)? VERIFIQUE!
 
– Gravidade Artificial? VERIFIQUE!
 
– Anulação da força de inércia? VERIFIQUE!
 
– Matriz Defletora? VERIFIQUE!
 
Conecção com Disco iraniano
 
A questão crítica que eu vejo é fazer a verificação de que essa tecnologia está sendo usada no artefato voador iraniano. Precisamos de algum tipo de referência oficial, declaração ou documento ligando diretamente a tecnologia para com a aeronave. Eu enviei pessoalmente algumas perguntas via e-mail para o Dr. Keshe, com uma lista de perguntas sobre a sua conexão com o objeto voador. As perguntas que eu fiz foram as seguintes, juntamente com as respostas que ele próprio forneceu ( em vermelho ) em 07 de abril de 2011 12:46:
 
1) Eu acredito que eu ouvi você dizer em uma entrevista recente, há um vídeo de seu reator produzindo força de elevação, mas não foi tornado público. Quando você acha que poderia ser tornado público?
 
R: Esta é uma decisão do governo iraniano.
 
2) Existe alguma referência que você pode oferecer que iria ligar diretamente a sua tecnologia com a tecnologia usada no disco voador do Irã?
 
R: Temos publicado sobre isso por dois anos e acabo de regressar do IRÃ em janeiro para a visita de sete dias, o que tem sido documentado em meu fórum. E nós dissemos que o IRÃ irá mostrar a tecnologia espacial em seu próprio tempo, pergunte aos representantes do governo canadense que tomaram de mim (À força) todos os meus documentos em Toronto durante um vôo seqüestrando-os, eles dizem quem e onde eu estava desenvolvendo o projeto no IRÃ.http://www. keshefoundation.com / phpbb / viewtopic.php? f = 2 & t = 249
 
UFO e seu reator de fusão de plasma, fotografado em Cerro Gordo, EUA, em 2006
 
3) Você já viu pessoalmente o disco voador do Irã? Se sim, onde e em que circunstância?
 
R: Eu construí o sistema inicial de propulsão, o elevador e o testei para eles 2,5 anos atrás, no IRÃ. O país até então estava produzindo foguetes e nunca conversaram sobre o programa espacial. 
 
4) Você supervisionou a concepção, construção e testes do disco? Se não, quem o fez e como podemos entrar em contato com eles?
 
5) Você pode descrever as características físicas e o desempenho do disco voador do IRÃ? Por exemplo – Que elemento ele usa para produzir plasma? 
 
De elementos básicos
 
– Qual o seu tamanho?
 
– Quanto de força de elevação ele poderia produzir?
 
Isso não é relevante em sistemas de posicionamento Magravs 
 
– Qual é o limite de alcance?
 
Para qualquer destino, estes sistemas antigravitacionais não têm limitações como um sistema comum de propulsão (que consuma combustível).
 
– Qual a sua máxima velocidade?
 
Pode ser de milhares de vezes a velocidade do som na condição de vôo no espaço. 
 
– É facilmente escalável para um tamanho maior?
 
A escala/tamanho é dependente da sua força de campo. 
 
– Pode viajar para além da órbita da Terra ?
 
 
– Com o que se parece? 
 
Com um disco.
 
6) Você tem alguma foto do Disco Voador? Você estaria disposto a compartilhar tal imagem a ser apresentado na PESN?
 
7) Existe mais alguma informação adicional sobre o disco do IRÃ que você possa fornecer?
 
Assista a liberação do espaço aéreo iraniano. Eu reconheço como o primeiro pouso em exibição na Terra será em Jerusalém como já expliquei antes e se você entender a linguagem política (n.t. e o fanatismo religioso) do Oriente Médio… 
 
Por Hank Mills Pure Energy Systems News. Esta história também esta publicada em BeforeItsNews – Publicado originalmente em Março de 2014.
 
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e cite as fontes.
 
 
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Posted by Thoth3126 on 25/10/2015
 
 
 
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publicado por achama às 15:59
Sexta-feira, 16 / 10 / 15

OS CIENTISTAS DA NOVA ERA. ~ Nehran Tavakoli Keshe

 

OS CIENTISTAS DA NOVA ERA

MEHRAN TAVAKOLI KESHE. 

As Energias Limpas.

O Reator de Plasma.

Tecnologias Star Trek.

 
 
 
 
“Palavras ilustram somente uma possível realidade… Vivemos em um universo quântico que borbulha de infinitas possibilidades… A consciência transforma as possibilidades da matéria em realidade, transformando as possibilidades quânticas em fatos reais. Essa consciência deve apresentar uma unidade e transcender o tempo, espaço e matéria. Não é algo material, na realidade, é a base de todos os seres. “”O Espírito é a Vida, a Mente é o Construtor, a Matéria é o Resultado” ~ Mehran Keshe
 
UMA BREVE BIOGRAFIA
 
Nascido no Irã, em 1958, filho de um engenheiro de raios-X, ele foi apresentado ao mundo da radiação e da ciência nuclear em uma idade muito jovem. Em 1981 graduou-se Queen Mary College, Universidade de Londres, como engenheiro nuclear especializado em controle do sistema de tecnologia de reatores. Ele passou os anos desde então, completando um sistema para a produção de gravidade e energia usando um reator movido a hidrogênio radioativo que é limpo e seguro. Ele cobriu todos os aspectos da concepção de um novo sistema de plasma nuclear desde o início de seu estágio atual. Isso incluiu o projeto, o combustível, os testes e aplicações práticas. Desde 2002 ele tem se concentrado em completar a gama completa de sua tecnologia para lançar ao mundo científico e industrial. Em setembro de 2004 ele foi convidado por um país ocidental que conduz, através de suas organizações de escritórios do governo, para apresentar sua tecnologia para avaliação. De novembro de 2004 a Março 2005 a tecnologia foram consideradas e analisadas pelos cientistas de uma universidade. Em março de 2005, o relatório da universidade declarou que a produção de energia através desta nova tecnologia é viável.
 
AS TEORIAS DE MEHRAN KESHE
 
1 - OS NÚCLEOS DA TERRA


Desde 2005 que Mehran Keshe vem publicando sua teoria de que o planeta Terra e todo planeta com força gravitacional própria, possui dois núcleos separados em seu interior. Com a publicação da Revista Nature, de 9 de fevereiro de 2015, isto foi confirmado por outros cientistas geofísicos. Com a descoberta, a até então considerada esfera sólida de ferro no centro do planeta passou a ser uma estrutura de quatro camadas até chegar à costa. Na época, o sr. Keshe batizou este núcleo mais central encoberto pela camada de ferro com o nome de núcleo Carolina. Este é o núcleo ativo e dinâmico mais interno do planeta, as vezes apenas chamado de núcleo interino. A camada de ferro que o circunda e o confina, isolando-o totalmente do outro núcleo, é chamada de núcleo interior maciço do planeta. Além e acima do núcleo interior maciço está o núcleo exterior, cuja parte mais periférica chamamos de magma ou manto planetário. Acima deles está a crosta, que é a camada de rochas que faz o isolamento entre os núcleos e a superfície planetária, isolamento este as vezes muito raramente rompido pela eclosão de uma erupção vulcânica a partir de um vulcão ativo, ou, numa outra modalidade, através dos gêiseres que emanam a partir de zonas de gases ao nível de solo, na superfície do planeta.
 
Aprofundando sua teoria,  Keshe tem explicado que, no início, a convecção do magma e outras camadas circulantes no núcleo exterior produziu o campo magnético do planeta, chamado de força magnética passiva e que se estende até os limites da magnetosfera e protege o planeta dos raios e labaredas solares. A mesma convecção que produziu este campo magnético fez, no início dos tempos, girar o núcleo interior maciço de ferro, e este giro produziu o campo magnético do núcleo interno, Carolina. Este campo foi o responsável pela força gravitacional do planeta. A interação entre os dois campos, que se deu dentro da camada intermediária de ferro do núcleo interior maciço, acabou definindo que a força gravitacional do planeta se estenderia  por alguns milhares de quilômetros acima da superfície, e isto criou a zona atmosférica do planeta, aonde a força gravitacional serviu para criar a camada de rochas da crosta e toda a vida na Terra, tendo a sua operação principal de manter os corpos de superfície sobre a superfície planetária. Esta força é chamada de força de gravidade. Keshe, até mesmo em suas palestras, sempre explica que isto é uma característica de todo planeta que possui força gravitacional própria, e que tem sua representação elementar na operação dos ímãs, onde a junção de pólos iguais se repelem, representando a força magnética passiva, e a junção de pólos diferentes se atraem, representando a força gravitacional. Nos ímãs, tal como nos planetas, os mesmos materiais produzem as duas forças ao mesmo tempo, variando apenas a forma de interação entre eles.
 
2 - OS BURACOS NEGROS NA VISÃO DE MEHRAN KESHE

Mehran Keshe tem uma explicação muito detalhada de como se forma um buraco negro, o que acontece antes e durante, como se extingue e o que acontece depois. Esta visão tem sido confirmada, em alguns pontos, pela recente mudança de postura e de conceito de Stephen Hawking, o físico que postulou os primeiros conceitos a respeito do buraco negro. A explicação de Keshe é toda baseada em magnetismo. Um buraco negro é basicamente o choque entre dois sistemas magnéticos potentes, podendo ser sistemas solares, galáxias, ou até mesmo os redemoinhos que formam labaredas na superfície do Sol. A matéria se choca e os campos magnéticos entram em equilíbrio e assim a matéria desaparece da visão, mas permanece lá, como matéria escura. Como resultado, um vórtice potente se forma e começa a atrair para si tudo o que se encontra ao redor, apesar de ter a resistência magnética de sistemas tão grandes quanto ele. É por esta razão que sistemas solares inteiros não são atraídos para a região do buraco negro, mas apenas tão somente alguns planetas e astros da sua periferia. A explicação completa sobre buraco negro está na patente de invenção 1770717, ou no artigo avulso intitulado “Black Hole”. Devido ao adensamento de matéria no centro das galáxias, esta é uma região onde os sistemas magnéticos estão muito próximos uns dos outros e o choque e inter-fusão entre eles, devido ao constante dinamismo de todo o universo, e especialmente no centro galáctico, propicia a formação de vários buracos negros independente, que tem seu começo, duração e encerramento, na cronologia da eternidade.
 
 
3 - O PLANETA TERRA
 
Na visão de Keshe, a Terra é um reator e como todo reator, são os processos e reações em cadeia, ocorrendo internamente, que são os responsáveis pelas forças externas que ele demonstra, tais como a força magnética passiva (magnetosfera), a força gravitacional (gravidade) e a criação de novos materiais em vários níveis e camadas da crosta ou da atmosfera, como sal, petróleo, ferro, diamantes, ouro, e até mesmo os animais e o próprio ser humano. Levando isto para o terreno de reatores de fusão, o reator esférico com pelo menos dois núcleos, se seguir os mesmos princípios que o planeta Terra faz para funcionar, pode ser capaz de criar diversos materiais, novas formas de vida, força magnética passiva e força gravitacional e inclusive ocupar seu espaço na região escura do sistema solar como um astro independente. E se alguns outros princípios forem aplicados, pode ser capaz de elevação na atmosfera e deslocamento na atmosfera e fora dela, e através de todo o espaço sideral.
 
Estes princípios e o entendimento dos processos vem sendo amplamente debatidos por Keshe com seus estudantes, em centenas de workshops online em inglês, e o que se pretende é copiar  o funcionamento do planeta totalmente e aplicar isto nos reatores esféricos para que produzam tudo o que o ser humano necessita em materiais, água, alimentos, energia, elevação e transportes. A combinação de todas estas aplicações num só ponto é chamada de projeto Oásis(ler texto abaixo), um Domo independente, capaz de ser instalado em qualquer lugar, e proporcionar aos seus moradores a quantidade de água, alimentos, conforto, calefação, refrigeração, eletricidade, comunicações instantâneas, sistemas eletrônicos úteis, e proteções diversas contra as intempéries externas, seja de animais selvagens, seja de queda de meteoritos ou de aeronaves, etc.

Alcançar esta meta, na opinião de Keshe, será o auge do amadurecimento e da autonomia do ser humano sobre o planeta ou em qualquer lugar das profundezas do espaço em que se encontrar, seja em planetas inóspitos, planetas próprios para a vida humana, ou mesmo no espaço profundo onde não haja presença de planetas e sistemas solares. E os primeiros passos estão sendo dados nesta direção pela construção de protótipos de reatores esféricos que pretendam funcionar tal como o planeta Terra, replicando a tecnologia do universo tal como o universo funciona e assim tem funcionado por milhões de anos.
 
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4 - TEORIAS DO PLASMA
 
Listamos aqui quatro teorias referentes ao novo tipo de plasma desenvolvido por Mehran Keshe; Teoria Geral do Plasma 
 
Tudo no universo é plasma e para se entender a realidade do universo e a formação dos sistemas é preciso observar tudo no nível de plasma, focalizar os eventos, processos, etapas conforme sua atuação como plasma e não como matéria. Por exemplo, o vácuo do espaço e o buraco negro é considerado ambiente de plasma por ser a representação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a matéria escura. Os sóis e planetas e corpos celestes são considerados ambiente de plasma por serem a representação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a matéria tangível. E o centro ígneo do Sol, o núcleo central dos planetas e a região central de cada galáxia, quando não preenchida por buraco negro mas apenas por campos magnéticos de tremenda intensidade e gravidade, são considerados ambiente de plasma por serem a representação em grande escala de um dos três componentes do plasma: a antimatéria, também chamada de a matéria principal do plasma. 
 
Teoria do Plasma ao nível atômico
 
O plasma legítimo não é ao nível de elétrons e prótons de gases nobres que são eletrizados com alta tensão para ficarem ionizados e assim se iluminarem e gerar arcos voltaicos dentro de um tubo. Esse é o atual conceito de plasma, e está errado. Partículas eletrizadas de um gás não são plasma, mas apenas um efeito elétrico. No reino dos plasmas verdadeiros, podemos considerar um componente principal do átomo como sendo um plasma. O elétron é um plasma, o próton é outro plasma e o nêutron é outro plasma; Assim é porque eles são, basicamente, pacotes de campos magnéticos plasmáticos menores que se aglomeraram seguindo um mesmo conjunto de regras que rege a formação de todo plasma, onde o último estágio é:

1. A caracterização em volume de seus três componentes essenciais: a antimatéria (central) e a matéria escura e matéria tangível (periféricos);

2. O arranjo em formato toroidal dos três componentes essenciais, com sum extra de campos magnéticos plasmáticos soltos circundando-os e adentrando por entre o furo central e circulando ao redor dos blocos essenciais só para retornar ao furo central novamente, num ciclo sem fim. Estes campos magnéticos plasmáticos soltos servem como alimentação principal do sistema na medida do necessário, na manutenção do equilíbrio do plasma como um todo. A zona que conduz ao furo central de um plasma é considerada ser a zona preta de um plasma, com base nas recentes fotografias do núcleo atômico de um hidrogênio.

3. Da mesma forma que no planeta Terra, a zona do furo central controla o campo magnético (campo magnético passivo) do plasma e tem características polares (norte, sul), enquanto que a zona periférica controla o campo gravitacional (força gravitacional) do plasma e tem características equatoriais (leste, oeste). É esta que mantém a matéria aglomerada e tem a ver com a força de Coulomb da partícula/plasma.



Teoria do plasma que vai do mais ínfimo raio até o seu componente essencial final

 
O componente essencial final de um plasma pode ser um bloco de antimatéria (região central) ou dois blocos de matéria escura e matéria tangível (região periférica). Mas para chegar neste ponto, esta estrutura, na complexidade desta estrutura, diversificada em três componentes. Uma série de processos e de ações/reações levaram à tal, durante a formação dos plasmas dos átomos (e indiretamente falando, durante a formação do universo - OBS; Não listaremos aqui todos os processos e suas regras, embora muitos deles sejam conhecidos, mas apenas a resultante deles, desde o mais primordial evento, que é também o mais ínfimo em escala).
 
1 - Em primeiro lugar há os raios magnéticos. Eles se aglomeram e passam a girar num ciclo e produzem os primeiros campos magnéticos. Estes campos magnéticos se adensam ao nível de plasma e se tornam campos magnéticos plasmáticos.
 
2 - O campo magnético plasmático é o menor componente manipulável da equação e algum dia o ser humano irá aprender a manipulá-lo para criar todo tipo de estrutura atômica ou molecular que desejar. 
 
3 - Os campos magnéticos plasmáticos se aglomeram e formam sementes de plasma. As sementes de plasma vão se diferenciando conforme a sua intensidade ou nível vibracional até finalmente se tornarem em um componente do plasma, seja antimatéria, seja matéria escura, seja matéria tangível. Teoria da divisão do plasma: Para  Keshe, todo nêutron de um átomo é basicamente um plasma mãe, pois sua instabilidade nos primórdios do universo (e até hoje, em certos reatores artificialmente construídos) tem feito com que o nêutron deixe de existir e se transforme num par de plasmas, conhecido como par próton e elétron, os quais são interdependentes entre si segundo a regra universal. Por esta razão, o nêutron as vezes é chamado de nêutron-mãe. Para Keshe, a transformação de nêutrons instáveis em pares próton-elétron é uma constante no universo e faz parte dos processos de criação. Levando isto para um nível macro, seu terceiro livro, intitulado A Origem do Universo, nos faz acreditar que, tal como o nêutron-mãe, o nosso universo atual é o resultado da transformação de um universo ainda mais antigo em dois universos irmãos, um maior e outro muito menor, equivalentes ao próton e ao elétron do átomo.
 
 
A VIABILIZAÇÃO DO PROJETO DOS REATORES DE PLASMA
 
Em abril de 2005, através de organizações governamentais, um parceiro de desenvolvimento comercial foi encontrado para estudar a viabilidade de desenvolvimento deste sistema. Foi alcançado um acordo entre ambas as partes e da empresa de desenvolvimento, que estava convencido de que o sistema é prático e viável, como foi relatado no estudo de viabilidade pela universidade.
 
Em 17 de Setembro de 2005, a avaliação preliminar do sistema foi concluída e as partes concordaram que eles estavam prontos para prosseguir com a produção física do primeiro sistema de gravidade e Energia.Patentes européias e internacionais para a tecnologia foram aplicados no início de outubro de 2005 para todos os aspectos da possível utilização da nova tecnologia, que abrange algumas centenas de aplicações. No final de 2005 e início de 2006 vários reatores de plasma estática foram construídos para confirmar os princípios teóricos da tecnologia. Estes reatores estáticos todos trabalham à temperatura ambiente e à pressão atmosférica normal, e proporcionam tensão e corrente.
 
Desde o início de 2006 vários protótipos de reatores de plasma dinâmicos projetados especificamente para uso em elevadores foram construídos e testados com sucesso. Através do desenvolvimento destes novos sistemas, os depósitos de nano-carbono foram gerados, e espectroscopia Raman confirmou que estes estão em forma SP2 e SP3.
 
O uso de reatores de plasma para fins de saúde foi também testado, em cooperação com os médicos, com resultados satisfatórios Um documento foi publicado sobre a captura direta de CO2 e CH4 a partir do ambiente, onde o CO2 e CH4 foram em estado líquido à temperatura ambiente e à pressão ambiente. O CO2 e CH4 foram comprovados por espectroscopia de IR e por XRD realizada por uma universidade belga. Em 2006, as propriedades intelectuais relacionadas á esta tecnologia foram transferidos para a Fundação Stichting Keshe na Holanda. O principal objetivo desta Fundação é a distribuição de taxas de licenciamento para cinco diferentes áreas relacionadas com o bem-estar da humanidade e do mundo e educação.

 
Gabarito das legendas em italiano; Produzione = Produção GANS CO2 - CH3 - CuO2 - Piccola Luce LED(Carica) = pequena luz de LED - tipo luminária Piastra di Zinco = Chapa de zinco Acqua distillata + sale marino = àgua destilada + sal marinho(10-15%)
 
Piastra nano - ricoperta di rame = Chapa nano-recoberta de arame
Chiodo di ferro = prego de ferro - fio de arame (em cima)
 
Piastra nano - ricoperta di rame = Chapa nano - recoberta de arame
 
REATORES DE PRODUÇÃO DE GaNS
 
É um tipo de reator em ambiente líquido de sal marinho para se produzir grande quantidade de vários tipos de GaNS (gás nano solidificado) para usos diversos, especialmente o GaNS de CO2 (gás carbônico) para uso em agricultura, mas sendo possível também produzir GaNS de CH3 (metila), CH4 (metano), e outros com cores distintas e ainda não classificados. Um dos processos é capaz de produzir grande quantidade de CH4. Keshe explica que eles são capturados a partir do ar do ambiente em que está o reator. Este reator na verdade, é um complexo de várias bacias pequenas com malhas de cobre ou eletrodos mergulhados em água salgada e conectados todos ao mesmo tempo por um fio elétrico para conduzir eletricidade na direção de um led,um pequeno ventilador ou motorzinho.Esta eletricidade é residual, raramente aproveitada para algum fim útil, mas a conexão elétrica é necessária para o reator funcionar em escala de produção de GaNS. O GaNS produzido é como um pó espalhado na água e nesta fase deve ser recolhido por sucção e coado e transformado em gel em solução líquida ou em pó, mediante evaporação. 
 
Cada tipo de GaNS deve ser guardado em vasilhames distintos. Após a “Recolha”, substitui-se a água salgada anterior por uma nova, de mesmo teor de sal, ou então mantém-se a mesma água após um processo meticuloso de coagem. O procedimento é renovado muitas vezes, durante semanas, para obter-se grande quantidade de GaNS a partir dos reatores. Estes GaNS podem ser aproveitados em diversos tipos de aplicações, não só em agricultura, mas também em dispositivos de geração elétrica, etc. A própria acumulação de CO2 e CH4 do ar ao ser convertida para o estado sólido é um processo de limpeza do ar e tende a servir para despoluição de grandes áreas com o aperfeiçoamento dos métodos. Muitas das aplicações para os GaNS, obtidos através deste sistema de mini-reatores, ainda não foram divulgadas publicamente pela Fundação, mas deverão ser nos próximos anos. Além disso, testes laboratoriais estão sendo feitos, para confirmar a solidificação das moléculas gasosas presentes no ar e vão sendo divulgados por diversos pesquisadores de diversos países, na medida que os resultados vão aparecendo. Como se trata de uma descoberta recente, os gases solidificados devem ser amplamente estudados até que todas as suas propriedades sejam plenamente conhecidas. Até sabermos mais sobre com o que estamos lidando, estes não devem ser ingeridos, ou assimilados pelo organismo em contato com a pele. Como medida de precaução, até segunda ordem deve-se usar luvas ao manipular os GaNS ou mesmo a água que os contém, e evitar qualquer tipo de contato direto com os novos materiais.
 
 
ALGUMAS INVENÇÕES EM TESTE DA FUNDAÇÃO KESHE
 
A invenção de Alekz Egbaran, um buscador de conhecimento da Fundação Keshe, tem dado o que falar nos círculos de pesquisadores. Consistindo de uma dupla de pastilhas montadas cada qual como um sanduíche de metais, GaNS de CO2, dióxido de titânio e fios nano-revestidos pelo método da Fundação keshe, esta célula que visualmente se parece com dois bastonetes minúsculos ligados por fios, ao ser ligada a um telefone celular, se mostrou capaz de recarregar sua bateria em modo stand-by, por vários dias sem decrescer a voltagem da bateria. Ela faz o mesmo com uma pilha de 1,5 V, porém o celular só funciona com pelo menos 3,7 volts. O próximo teste será colocar três ou quatro destas células em série e ligá-las à bateria do celular e utilizar o aparelho com recursos que consomem carga como jogos, conversação, tocar MP3 e ver televisão. Os pesquisadores estão entusiasmados e entendem que isto será possível, devido ao potencial de se adaptar que tem as células de GaNS, captando dos campos magnéticos em redor a amperagem necessária para devolvê-la à bateria em que for conectada aquele número de células adequado a cada tipo de bateria.
 
Keshe considera que os buscadores de conhecimento, com a nova abordagem em camadas dos nano materiais e de GaNS (Gás em estado sólido nano) agora já assimilada pelos estudantes – embora ele venha falando e repetindo isto desde 2013 na maioria dos workshops e até mesmo nas suas patentes de reator (veja http://tradutoradekeshe.blogspot.com/ para uma versão traduzida), só agora os buscadores de conhecimento produziram resultados concretos com este padrão de “sanduíche” tão utilizado pela ciência desde que se inventou o microchip de computador. E a invenção tem um potencial incrível. 
 
Colocando-se 30 destas células de duplos bastonetes (veja foto) em série será possível carregar um bateria de automóvel sem ligá-lo num carregador de baterias, portanto sem gastar a energia da rede. Colocando-se em série talvez 100 destas células será possível carregar uma bateria de caminhão da mesma maneira. E com um detalhe: as células irão abastecer a energia de corrente contínua da bateria na medida que esta for sendo gasta, não depois que a bateria se descarregou. Teríamos aí a semente de uma bateria eterna, sem limite de amperagem? O futuro dirá. As pesquisas e experimentos recém avançaram seus primeiros passos, e muito desenvolvimento vem pela frente, e no que depender do entusiasmo dos buscadores de conhecimento internacionais, especialmente aqueles que já estudam na Faculdade Espaçonave da Fundação Keshe, na Itália, ainda este ano teremos mais avanços que surpreenderão a todos. Seguindo o código de ética (Ethos) da Fundação Keshe, esta invenção não poderá ser patenteada, e vídeos de várias horas e arquivos públicos existem para provar oficialmente a origem desta invenção.

 
 
ALIMENTAÇÃO A PARTIR DE NANO MATERIAIS
 
Soluções para alimentação com alimentos preparados a partir de gordura, aminoácidos, proteína e carbono colhidos do ar (ambiente), ou colhidos a partir de campos magnéticos do espaço profundo, através de reatores preparados para isto.
 
Uma das descobertas da tecnologia é que através de reatores dinâmicos é possível produzir proteína e aminoácidos dentro deles. Os reatores estáticos podem atrair carbono a partir do ar e do ambiente, o qual pode ser modificado para compor a produção alimentícia humana ou mesmo para a produção de plásticos e outros tipos de polímeros. Outro tipo de reatores estáticos já demonstrou capacidade de produção de gordura e com o tempo este processo pode ser aprimorado para produzir gordura do tipo útil para a alimentação humana. Com o desenvolvimento das várias tecnologias, estes materiais orgânicos podem ser reunidos e um protótipo de alimentação artificial pode surgir, para servir em casos extremos de falta de alimentos e secas aqui na superfície do planeta, e no espaço sideral servir como uma forma de alimentar os astronautas em longas viagens através do espaço profundo.

 
 
CULTIVO DE VEGETAIS SAUDÁVEIS
 
Soluções para uma vegetação e um cultivo saudável e com grande vitalidade das plantas, das folhagens, das árvores em geral.
 
A recente aplicação desta tecnologia, tem produzido verdadeiros milagres em termos de agricultura, como vimos em uma planta de vaso ou uma folhagem, a qual havia perdido todas suas folhas consumidas por praga de insetos. Da planta, sobrou no início da experiência apenas os galhos. Foi então preparada uma argola oca, um tipo de canalização dobrada em formado circular, e do mesmo diâmetro da parte superior do vaso, e dentro do compartimento oco foi preenchido com GaNS (gás nano-sólido) de CO2 mergulhado em solução líquida.Esta experiência foi relatada, com fotografias antes e depois, no workshop do dia 31 de março de 2015. Com a argola colocada em redor da planta, no primeiro dia não parecia haver nenhuma mudança, mas após 7 dias e algumas regas d’água, a planta estava totalmente restaurada e suas folhas todas nascidas, novas, reluzentes e grandes. Não havia mais nenhum sinal de decadência, mas um sinal claro de alta vitalidade na planta. Foram então apresentados projetos de lavouras com argolas em redor das plantas, e até mesmo suspensas no ar tal como as cercas farpadas de algumas casas. Tudo para que se possa chegar à um ponto em que se possa produzir lavouras inteiras e plantações de flores, e de outros tipos, para que se possa ter uma agricultura fértil e muito produtiva.
 
AMBIENTES REFRIGERADOS OU AQUECIDOS
 
Soluções para aquecer ou refrigerar ambientes, ou para refrigerar e conservar alimentos (próximos à ele) mantendo-os em boas condições por muito tempo, tão somente utilizando-se de reatores. Os reatores Keshe, especialmente os esféricos e semi-esféricos, também tem a capacidade de aquecer ou de refrigerar um ambiente. Por internamente estes reatores manterem temperaturas em torno de 1000 graus, um simples ajuste pode fazer com que ele sirva como aquecedor em ambientes de frio, bastando com que a seção de gases que cuida da blindagem seja diminuída em sua potência, e o calor será expandido para fora do reator. Já para a produção de resfriamento, o que se faz é configurar o mesmo tipo de reator para que absorva todo o calor externo, fazendo com que sua estrutura externa congele e este frio se espalhe pelo ambiente.
 
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